Neymar Jr. apareceu nas redes sociais usando uma camisa com o nome de Satoshi Nakamoto, identidade ligada à criação do Bitcoin. A imagem ganhou tração dentro e fora do Brasil, impulsionada pelo alcance global do jogador.
O que aconteceu: a peça usada por Neymar é vendida no site da marca por US$ 270 (aprox. R$ 1,37 mil). O atacante já havia sido fotografado antes com um moletom da BAYC (Bored Ape Yacht Club, coleção de NFTs), o que reforçou a associação do seu nome ao universo cripto.
Outros nomes: a mesma marca já apareceu com outros famosos. Jack Dorsey, fundador do Twitter, costuma usar uma camisa que mistura referências ao Nirvana, ao símbolo do Bitcoin e ao nome de Satoshi; a peça custa US$ 160 (aprox. R$ 810). Em 2022, Kanye West também surgiu com um boné da marca, vendido por US$ 140 (aprox. R$ 710), em um episódio tratado como resposta ao JP Morgan após o fechamento de sua conta.
Em números: Neymar comprou três NFTs por R$ 6,8 milhões em 2022. Hoje, esses ativos estão avaliados em R$ 312 mil, uma queda de 94,4%. Segundo dados citados da Arkham, há uma soma de US$ 23 mil (aprox. R$ 116 mil) ligada ao jogador, principalmente em Ethereum, e sem movimentação há cerca de dois anos.
Para o leitor brasileiro, o caso mostra mais o peso cultural da imagem do Bitcoin do que uma prova de investimento. Exposição pública a cripto também traz risco: em 2023, um homem foi sequestrado após usar uma camisa com estampa ligada a criptomoedas.
Não há informação pública de que Neymar invista em . O episódio, por enquanto, diz mais sobre a força do tema na cultura pop do que sobre a carteira do jogador.




