A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, processou a Polymarket por oferecer contratos ligados a eventos esportivos. O estado afirma que esses produtos violam as leis locais de jogos de azar.
A ação foi apresentada na quinta-feira e também questiona a publicidade da plataforma direcionada a moradores de Nova York. O documento cita contratos esportivos disponíveis no aplicativo móvel da Polymarket, lançado em dezembro de 2025.
As autoridades estaduais podem pedir o bloqueio do acesso à plataforma para residentes de Nova York. O caso ocorre depois de processos semelhantes contra a Kalshi, em julho, e contra plataformas de mercados de previsão operadas pela Coinbase e pela Gemini, em abril.
Mercados de previsão permitem que usuários negociem contratos vinculados ao resultado de eventos. A disputa em Nova York gira em torno de quando esse tipo de produto passa a ser considerado uma aposta ilegal sob a legislação estadual.



