A OpenReserve, startup apoiada pela a16z, recebeu aprovação para operar com uma licença bancária nacional de serviço completo. A decisão coloca a empresa em uma rota diferente da seguida pela maior parte das companhias de cripto que buscaram o modelo de trust bank.
Em vez de optar por uma licença focada em custódia e serviços fiduciários, a OpenReserve escolheu uma autorização bancária nacional completa. Na prática, isso abre caminho para oferecer depósitos segurados e empréstimos convencionais, além da emissão de stablecoin.
A diferença é relevante porque o modelo de trust bank costuma limitar o escopo de atuação dessas empresas. Com uma licença mais ampla, a OpenReserve ganha acesso a atividades típicas de banco tradicional dentro da mesma estrutura.
Para o leitor no Brasil, o movimento mostra como empresas ligadas a cripto tentam se aproximar do modelo bancário clássico, tema que costuma esbarrar em regras de capital, supervisão e proteção ao cliente em qualquer mercado.




