A FTX, exchange que entrou em colapso, havia adquirido uma fatia de 20% da Genesis Digital Assets antes de declarar falência em novembro de 2022.
A participação na empresa de mineração cripto agora é apontada como parte de um movimento ligado ao avanço de inteligência artificial. A informação conecta dois setores que vêm disputando infraestrutura de alta capacidade: mineração de criptoativos e processamento para IA.
Para o leitor no Brasil, o caso reforça um ponto prático: ativos ligados a empresas cripto falidas podem continuar tendo desdobramentos anos depois, inclusive fora do uso original.
Quem acompanha processos de recuperação e falência no setor cripto deve olhar não só para tokens e saldos em corretoras, mas também para participações societárias e infraestrutura associada.



