A Payward, empresa controladora da Kraken, aumentou sua receita em 17% no segundo trimestre mesmo com a queda no volume de negociação no mercado spot de criptomoedas. Ao mesmo tempo, as contas financiadas cresceram 42%.

O que aconteceu: a empresa conseguiu expandir a receita apesar da atividade mais fraca no mercado à vista, onde investidores compram e vendem cripto para liquidação imediata. Parte maior do faturamento passou a vir de fontes que não dependem diretamente de transações.

Por que importa: o dado mostra que a Kraken está menos dependente do giro de compra e venda de cripto para sustentar o negócio. Quando a receita se diversifica, a empresa tende a ficar menos exposta às oscilações do volume negociado.

Para o leitor brasileiro, o movimento reforça uma tendência entre corretoras: buscar receitas além das taxas de negociação, algo que também pode influenciar a oferta de produtos e serviços no mercado local.