Um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) calculou em 2,18% o custo médio para enviar US$ 200 entre países usando stablecoins, abaixo da meta de 3% do G20 e da média global de 6,36% dos canais tradicionais de remessas, segundo o Livecoins.

A pesquisa analisou 4.005 rotas em 270 corredores, com dados de 18 economias e 29 corretoras. O chamado “sanduíche de stablecoins” combina serviços tradicionais, como bancos, com uma transferência de criptomoedas entre países.

As taxas de negociação nas corretoras representam, em média, 0,85% do custo. Depósitos e saques bancários respondem por 0,67%, enquanto a transferência pela blockchain representa 0,48%.

O valor da remessa também muda o custo proporcional: enviar US$ 50 custa 4,12%, enquanto uma transferência de US$ 5 mil fica em 1,54%. No Brasil, a taxa é de 2,5% para enviar dinheiro aos Estados Unidos e de 1,2% no sentido contrário.