As ações preferenciais SATA, da Strive, recuperaram quase toda a queda de junho e passaram a ser negociadas a menos de 3% do valor de emissão. Segundo Samson Mow, CEO da Jan3, a reação pode sinalizar uma volta da confiança do mercado nesses produtos usados por companhias com tesouraria em Bitcoin.
O que aconteceu: a recuperação coloca o papel novamente perto do valor de referência de emissão, depois da perda registrada no mês passado. Na leitura de Mow, isso pode refletir uma melhora no apetite por ações preferenciais ligadas a empresas que mantêm BTC em caixa.
Por que importa: esse tipo de instrumento é usado por companhias expostas ao Bitcoin para estruturar captação e gestão de capital. Quando o mercado aceita melhor essas ações, o recado é de maior disposição para financiar modelos ligados à reserva corporativa em BTC.
Para o leitor brasileiro, o movimento ajuda a medir o humor do mercado com empresas que usam Bitcoin como ativo de tesouraria, uma tese que pode influenciar a percepção sobre companhias listadas e produtos cripto acessados a partir do Brasil.




