A Sequans vendeu os 314 BTC restantes e encerrou sua exposição ao Bitcoin. A fabricante francesa de semicondutores chegou a manter 3.234 moedas em outubro de 2025, mas começou a desmontar a posição naquele mesmo mês.

A empresa havia adquirido os bitcoins por um preço médio próximo ao topo histórico da criptomoeda. Com isso, as vendas foram concluídas com prejuízo. Em maio de 2026, a Sequans já tinha negociado metade da reserva remanescente e informado que poderia liquidar o restante após junho.

Segundo a companhia, a saída foi planejada junto ao resgate de sua dívida conversível — um tipo de financiamento que pode ser transformado em ações. A Sequans declarou que agora não possui criptomoedas no balanço nem dívidas pendentes, com exceção de obrigações ligadas a projetos de pesquisa e desenvolvimento financiados pelo governo.

A decisão ocorre enquanto outras companhias seguem caminhos diferentes. A KULR Technology também vendeu todos os seus 764 BTC, enquanto a Strategy comprou mais 950 moedas. Empresas públicas mantêm, juntas, 1,27 milhão de BTC, alta de 0,8% em 30 dias; a Strategy responde por 66,4% desse total.