A SlowMist ainda não confirmou se o ataque ao Safari no iPhone resultou no roubo de criptomoedas. O código analisado tem como alvo aparelhos com iOS 18.4 a 18.6.2.
O ataque usa vulnerabilidades que já receberam correções — brechas de segurança identificadas e fechadas por atualizações. Ainda não há confirmação de que a mesma técnica funcione no iOS 26.5.



