O Bitcoin pode ganhar fôlego e testar a máxima histórica de US$ 126 mil antes do fim do ano, segundo Geoff Kendrick, da Standard Chartered. Para ele, a recuperação pode acelerar após 6 de outubro, com a volta das entradas em ETFs à vista de Bitcoin.
Kendrick disse que a alta recente foi puxada principalmente por liquidações de posições vendidas, quando investidores que apostavam na queda são forçados a recomprar. Ele também apontou que o baixo juros em aberto pode abrir espaço para mais gente entrar na movimentação à medida que o preço sobe.
“Pela primeira vez neste ano, agora existe o risco de que minha previsão para o fim do ano (US$ 100 mil) esteja baixa demais”, escreveu Kendrick.
Para o investidor no Brasil, isso afeta sobretudo o humor do mercado e o preço em reais nas corretoras locais. Ainda assim, Bitcoin segue volátil e sujeito a movimentos bruscos.



