A Strategy passou a terceira semana seguida sem comprar Bitcoin (BTC). No período, a companhia priorizou o aumento de suas reservas em caixa para US$ 3 bilhões (aprox. R$ 17,4 bi) com recursos obtidos com ações ordinárias.
O que aconteceu: em vez de fazer novas aquisições de BTC, a empresa decidiu fortalecer a liquidez. O dinheiro veio da emissão ou venda de ações ordinárias, elevando o caixa ao patamar de US$ 3 bilhões (aprox. R$ 17,4 bi).
Por que importa: a decisão mostra uma pausa temporária na estratégia de compras de Bitcoin enquanto a empresa recompõe recursos em caixa. Para quem acompanha o mercado, isso ajuda a medir o ritmo de alocação de uma das companhias mais associadas ao BTC.
Para o leitor brasileiro, o movimento serve como termômetro do apetite institucional por Bitcoin, mas não muda regras locais de IR, CVM ou operação em corretoras no Brasil.




