A Strategy comprou 334 BTC por US$ 28,7 milhões (aprox. R$ 163,6 milhões) na última semana, mas gastou US$ 176,3 milhões (aprox. R$ 1,0 bilhão) para recomprar ações preferenciais, papéis que pagam dividendos aos investidores. Com a operação, as reservas da companhia chegaram a exatamente 848 mil BTC.
A aquisição foi a terceira semanal consecutiva, mas representa cerca de um quinto dos 1.665 BTC comprados na semana anterior. Do total destinado ao Bitcoin, US$ 13 milhões (aprox. R$ 74,1 milhões) vieram do fundo USD Cash, enquanto US$ 15,7 milhões (aprox. R$ 89,5 milhões) foram obtidos com a venda de 92.894 ações ordinárias MSTR.
Para investidores no Brasil, o movimento mostra como empresas listadas nos Estados Unidos podem alternar entre exposição direta ao Bitcoin e estruturas de ações preferenciais, sujeitas às regras da SEC e à variação do câmbio contra o real.
A Strategy recomprou cerca de 1,77 milhão de ações STRC, que mantêm dividendo anual de 12%. A empresa também informou um ganho estimado de US$ 20,91 bilhões (aprox. R$ 119,2 bilhões) com Bitcoin no terceiro trimestre. Pelo preço de US$ 86.138 (aprox. R$ 490.987) por unidade, suas reservas valiam cerca de US$ 72,4 bilhões (aprox. R$ 412,7 bilhões), ante um custo acumulado de US$ 63,97 bilhões (aprox. R$ 364,6 bilhões).
A concorrente Strive comprou 2 mil BTC entre 28 de setembro e 2 de outubro, por uma média de US$ 84.422 (aprox. R$ 481.2 mil) por moeda, elevando suas reservas para 29.462 BTC. A operação somou cerca de US$ 169 milhões (aprox. R$ 963,3 milhões), e 61,5% dos recursos captados vieram da ação preferencial SATA.



