A Tether disse que ajudou autoridades a congelar quase US$ 550 milhões (aprox. R$ 3,0 bilhões) em USDT ligados ao Irã em 2026. A manifestação ocorreu na segunda-feira, em meio a um pedido de investigação sobre a emissora da stablecoin feito por um senador democrata.
Segundo a empresa, a cooperação com autoridades internacionais de aplicação da lei ocorre há anos. Em 2026, a Tether afirmou ter congelado mais de US$ 130 milhões (aprox. R$ 715 milhões) em USDT distribuídos em quatro carteiras. Em abril, também disse ter congelado mais de US$ 344 milhões (aprox. R$ 1,9 bilhão) vinculados ao Banco Central do Irã.
Investigadores democratas do Senado dos EUA alegam que o USDT se tornou parte central de uma rede bancária clandestina do Irã. USDT é uma stablecoin, ou seja, um criptoativo criado para acompanhar o valor do dólar e usado em transferências digitais.
“A Tether demonstrou consistentemente que o USDT não é um refúgio para atores sancionados, organizações terroristas ou redes criminosas”, disse o CEO da empresa, Paolo Ardoino.




