A Trezor informou que dados de 14 mil usuários podem ter sido expostos por uma prestadora de serviços de envio. Segundo a empresa, o incidente não afetou os dispositivos, as chaves privadas (código secreto que dá acesso aos criptoativos) nem os backups das carteiras.

O que aconteceu: a fabricante de carteiras alertou que milhares de clientes podem ficar mais vulneráveis a ataques de phishing (golpes em que criminosos tentam enganar a vítima para roubar informações). A recomendação implícita é redobrar a atenção com mensagens, e-mails e contatos que se passem pela empresa.

O que segue protegido: a Trezor afirmou que todos os aparelhos, as chaves privadas e os backups continuam seguros. Isso indica que a exposição mencionada não atingiu os elementos centrais usados para controlar os criptoativos armazenados na carteira.

Para o usuário brasileiro, o alerta é simples: desconfie de contatos que peçam senha, frase de recuperação ou confirmação de dados em nome da Trezor.

O caso reforça um risco recorrente no setor: mesmo quando a infraestrutura principal da carteira não é comprometida, vazamentos em fornecedores terceiros podem abrir caminho para golpes direcionados aos clientes.