O Bitcoin subiu 25% na semana e levou um grupo reduzido de altcoins junto. Entre as grandes capitalizações, Zcash (ZEC), Aave (AAVE) e XRP foram as que mais ganharam tração.

O BTC é negociado perto de US$ 78.702 (aprox. R$ 447,0 mil) após tocar o maior nível desde maio. Nesse movimento, as três moedas romperam resistências antigas com volume mais forte, o que sugere uma reação que vai além de um salto pontual.

A ZEC avançou 75,5% na semana passada e chegou a US$ 846,51 (aprox. R$ 4,8 mil), depois de superar o topo de novembro de 2025, em US$ 749. Agora, o preço trabalha dentro da primeira faixa de alvo, que termina em US$ 903; acima disso, a projeção seguinte fica em US$ 1.099. O RSI semanal em 70 mostra sobrecompra (quando o ativo subiu demais e pode perder fôlego), e isso aumenta o risco de correção.

A AAVE subiu 64,5% e saiu do canal descendente que a prendia desde janeiro. O token está em US$ 136,08 (aprox. R$ 773,0), com a resistência de US$ 125 agora virando suporte. A próxima barreira está em US$ 150. O RSI em 60 ainda deixa espaço antes de uma condição de sobrecompra, e o interesse institucional em fundos ligados à Grayscale cresceu ao longo do ano.

O XRP ganhou 53% e rompeu uma linha de tendência descendente que vinha desde o recorde de julho de 2025, perto de US$ 3,66. A moeda vale US$ 1,50 (aprox. R$ 8,52) e superou a máxima de maio, em US$ 1,4735, que agora vira suporte. A resistência mais próxima aparece em US$ 1,70. O RSI em 57 indica leitura neutra, e o volume do rompimento foi o maior desde fevereiro.

Para quem está no Brasil, esse tipo de movimento costuma mexer com a liquidez nas corretoras e pode acelerar entradas e saídas em , , e . Em viradas fortes, a volatilidade costuma ser o principal risco para quem opera em real.