O Bitcoin subiu 3% na segunda-feira e chegou a US$ 64,5 mil (aprox. R$ 373 mil), depois de uma onda de liquidações em posições vendidas. A leitura é de que o movimento foi puxado por derivativos, não por uma melhora ampla e sustentada do mercado.
O que aconteceu: os mercados de derivativos de Bitcoin provocaram um short squeeze (quando quem estava apostando na queda é forçado a recomprar), o que acelerou a alta do BTC. As liquidações de posições vendidas atingiram o maior nível em quase um mês.
Por que importa: esse tipo de alta pode ser rápido e instável. Em movimentos de baixo volume, o preço sobe com facilidade, mas também pode devolver tudo na mesma velocidade.
Para quem acompanha o mercado no Brasil, esse tipo de oscilação pesa diretamente na cotação em reais e aumenta o risco para quem opera com alavancagem em corretoras locais ou fora do país.
A leitura do dia foi de uma “armadilha de liquidez de baixo volume”: havia pouca oferta para absorver as ordens de compra, e isso ajudou a empurrar o preço para cima.




