A Strategy encerrou mais uma semana sem comprar Bitcoin e manteve em caixa 840.447 BTC. Segundo atualização publicada por Michael Saylor, a empresa adicionou US$ 150 milhões (aprox. R$ 870 milhões) à sua reserva em dólares e recomprou US$ 132 milhões (aprox. R$ 766 milhões) em ações preferenciais STRC.
O que aconteceu: a companhia completou oito semanas sem novos aportes em BTC. Desta vez, também não houve venda de bitcoins. Em outra frente, a empresa usou US$ 52,4 milhões (aprox. R$ 304 milhões) líquidos obtidos com a venda de ações MSTR para financiar os dividendos das ações STRC.
Em números: a reserva em dólar da empresa chegou a US$ 4,8 bilhões (aprox. R$ 27,8 bilhões). Saylor afirmou que o prazo médio dessa reserva subiu para 2,8 anos, com acréscimo de 41 dias, enquanto o crédito de BTC da STRC caiu para 114 pontos-base, uma redução de 4 pontos-base.
Saylor também disse que esse crédito de Bitcoin da STRC é calculado com um modelo da própria empresa, que considera retorno anual presumido de 10% para o Bitcoin e volatilidade de 40%. A meta atual da companhia é buscar mais estabilidade e elevar o preço da ação STRC para US$ 100 (aprox. R$ 580).
Para o leitor brasileiro, o movimento mostra a Strategy priorizando caixa em dólar e gestão das próprias ações, em vez de ampliar a exposição ao BTC neste momento.
Fora da empresa, o Bitcoin era negociado a (aprox. ) no momento citado, com alta de em . Nas redes sociais, investidores brincaram com a dificuldade da criptomoeda de se afastar da faixa de , enquanto parte da comunidade ressaltou que o tem resistido melhor ao mercado de baixa do que outras criptomoedas.




