O analista EGRAG CRYPTO afirmou que o XRP vem formando uma Cunha Descendente Ampliada no gráfico macro, um padrão que, segundo ele, costuma anteceder movimentos explosivos. Na leitura apresentada, o ativo mantém uma base em torno de $0,90 e segue comprimido perto da faixa superior da estrutura.

Segundo a análise, há três cenários principais:

  • expansão altista com probabilidade de 55% a 60%, caso o XRP rompa acima de $3,30, com alvos em $5, $8 e $13 ou mais;
  • falso rompimento com probabilidade de 40% a 45%, em um movimento abaixo de $0,90 seguido de recuperação rápida;
  • falha completa com probabilidade de 10% a 15%, se a estrutura perder força sem reação posterior.

EGRAG sustenta que o padrão não representa fraqueza, mas sim uma fase de compressão antes de expansão. Para quem acompanha o ativo, os dois níveis destacados na origem são $3,30 como gatilho para alta e $0,90 como a principal linha de defesa da estrutura.

BMIC e a proposta de segurança

Além do cenário para o XRP, o texto destaca a BMIC, projeto que diz construir uma pilha completa de finanças resistente à computação quântica. A proposta inclui criptografia pós-quântica, contas inteligentes que ocultam assinaturas e uma arquitetura em que chaves públicas não aparecem on-chain, com o objetivo de reduzir riscos futuros ligados à computação quântica.

De acordo com a origem, a BMIC reúne três frentes:

  • uma carteira resistente a quântica;
  • um sistema de staking com assinaturas privadas de validadores;
  • uma camada de pagamentos com autenticação PQC e roteamento que também oculta assinaturas.

Para o leitor brasileiro, a discussão reforça um ponto relevante: quem mantém cripto por vários anos precisa observar não só preço, mas também custódia, segurança e exposição tecnológica da carteira usada.