A Solana (SOL) voltou ao centro das projeções de mercado após o trader Ansem afirmar que o ativo pode chegar a US$ 150 (aprox. R$ 825) nos próximos meses. Com a SOL perto de US$ 75,8 (aprox. R$ 417), esse alvo representa uma alta de cerca de 98%. Já o analista Michaël van de Poppe traça um cenário mais conservador, com preço acima de US$ 100 (aprox. R$ 550) em um a dois meses.
O que aconteceu: Ansem disse que a SOL pode retomar a tendência de alta pela primeira vez em mais de um ano, desde que recupere a parte superior de sua faixa de negociação, que ele coloca em US$ 84 (aprox. R$ 462). Van de Poppe destacou outro ponto-chave: para confirmar a continuação do movimento, a moeda precisa sustentar o nível de US$ 76,6 (aprox. R$ 421) e consolidar essa região.
Em números: a leitura mais otimista se apoia em indicadores on-chain. O TVL da Solana (valor total bloqueado, que mede quanto capital está travado em protocolos da rede) atingiu o melhor nível desde o início de junho. Depósitos em aplicações da rede cresceram, investidores de longo prazo seguiram acumulando, e o número de endereços ativos avançou até perto das máximas do ano. Ao mesmo tempo, open interest (volume de contratos em aberto no mercado futuro) e funding (taxa paga entre posições compradas e vendidas) recuaram, sinal de demanda mais concentrada no mercado à vista do que em apostas alavancadas.
No lado institucional, o quadro é menos favorável. Os ETFs à vista de Solana registraram em junho de 2026 o primeiro saldo mensal negativo, em cerca de US$ 790 mil (aprox. R$ 4,3 mi), segundo a SoSoValue. Em julho, os aportes somavam apenas US$ 3,65 milhões (aprox. R$ 20,1 mi) até a publicação. Para comparação, a estreia do ETF em outubro teve US$ 199,21 milhões (aprox. R$ 1,1 bi), e o pico veio em , com (aprox. ).



