O banco filipino BPI prepara um projeto-piloto de liquidação com stablecoin para acelerar e baratear pagamentos internacionais. O foco está nas remessas destinadas a trabalhadores filipinos remotos no exterior.
O que aconteceu: a proposta é usar stablecoin (cripto pareada a um ativo estável, como o dólar) na etapa de liquidação das transferências. A promessa é reduzir tempo e custo nas operações de envio de dinheiro entre países.
Por que importa: remessas internacionais costumam enfrentar taxas mais altas e prazos maiores do que pagamentos locais. Ao testar esse modelo, o BPI mira um uso prático da infraestrutura cripto em um serviço financeiro tradicional.
Para o leitor brasileiro, o tema chama atenção porque remessas internacionais também pesam no bolso de quem envia ou recebe dinheiro no Brasil, onde custo, prazo e câmbio seguem no centro da discussão sobre pagamentos globais.




