A Binance completa 9 anos afirmando ter 323 milhões de usuários registrados em mais de 100 países e um volume acumulado de negociações de US$ 156,4 trilhões (aprox. R$ 907,1 tri). Segundo a empresa, essa base representa cerca de 43% das 741 milhões de pessoas que hoje possuem criptomoedas no mundo.
O que aconteceu: a exchange diz que saiu de um mercado com menos de 6 milhões de detentores de cripto, em julho de 2017, para um setor que agora supera 741 milhões de usuários globalmente. No mesmo período, a participação de investidores institucionais ganhou força, com ETFs e fundos de criptoativos concentrando mais de 12% da oferta circulante de Bitcoin (BTC).
Em números: no primeiro semestre de 2026, a Binance informa ter registrado alta de cerca de 7% na base de usuários e avanço de 9% entre clientes institucionais. A plataforma também afirma ter somado US$ 11,4 trilhões (aprox. R$ 66,1 tri) em negociações no período, elevando o total acumulado para US$ 156,4 trilhões (aprox. R$ 907,1 tri).
No Brasil, a corretora trata o país como um mercado prioritário. A empresa afirma que o mercado brasileiro já é o quinto maior de criptoativos do mundo, segundo a Chainalysis, e destaca dois movimentos locais: a aquisição da Sim;paul, que lhe deu uma licença de corretora de valores mobiliários, e a integração do Pix ao Binance Pay para pagamentos em reais com criptomoedas em tempo real.
Para o leitor brasileiro, o avanço da Binance no país acompanha o debate regulatório local e a aproximação entre cripto, sistema financeiro tradicional e meios de pagamento como o Pix.
A companhia também vem ampliando a oferta para além das criptomoedas. Desde , seus produtos de (ativos financeiros tradicionais) geraram mais de (aprox. ) em volume mensal, segundo a empresa. Entre os destaques, as ações diretas lançadas em alcançaram em ativos sob gestão (aprox. ) em e mais de (aprox. ) em volume acumulado. Já as — ações americanas tokenizadas negociadas — passaram de em ativos sob gestão (aprox. ) em .




