O presidente do BIS, Pablo Hernández de Cos, disse que stablecoins não são confiáveis para pagamentos em grande escala. A avaliação veio acompanhada de um estudo do FSI que mostra diferenças fortes nas regras aplicadas aos emissores.

Stablecoins são criptoativos atrelados a moedas tradicionais, como o dólar, para tentar reduzir a volatilidade. O ponto levantado pelo BIS é que, para funcionar como meio de pagamento amplo, esse arranjo ainda não inspira a mesma confiança de dinheiro emitido por bancos centrais.

Para quem está no Brasil, isso pesa no debate sobre uso de stablecoins em pagamentos e remessas: elas podem ser práticas, mas ainda carregam risco regulatório e de emissor.

O alerta reforça a distância entre a adoção crescente desses ativos e a exigência de infraestrutura confiável para uso em escala.