Um estudo do BIS identificou uma lacuna relevante nas estimativas de transferências on-chain do Bitcoin — ou seja, movimentações registradas diretamente na blockchain. Segundo o levantamento, indicadores populares no mercado cripto podem esconder a atividade econômica real por trás das transações.
A dificuldade de medição não aparece só no Bitcoin. O estudo também cita desafios em Ethereum e em stablecoins (tokens criados para manter valor estável), o que sugere que parte das leituras usadas por analistas e investidores pode precisar de mais cautela.
Para quem acompanha cripto no Brasil, o ponto central é simples: volume registrado em blockchain nem sempre significa uso econômico equivalente. Métricas on-chain ajudam, mas não contam a história inteira sozinhas.




