O Bitcoin (BTC) entrou em uma zona historicamente ligada à acumulação, segundo dados da Glassnode e da CryptoQuant. As métricas mostram um mercado em fase de capitulação, mas ainda sem o sinal coletivo que, em ciclos passados, marcou o fundo de forma mais clara.
O que aconteceu: o indicador Bitcoin Cycle Composite, da Glassnode, caiu para 19,9 em uma escala de 0 a 100. É a leitura mais fria desde o fim de 2022, após a quebra da FTX. Há três meses, a mediana do composto estava perto de 33; agora, recuou para cerca de 20, com 41 de 45 indicadores on-chain nos dois quintis inferiores do ciclo.
Em números: entre as métricas mais fracas, o modelo Preço / Power Law aparece no 4º percentil. O Coinbase Premium 7d está no 6º, enquanto Dormancy Flow, Reserve Risk e MVRV Mediana aparecem no 8º percentil. Mesmo com esse quadro, o analista n3ocortex evitou tratar o momento como um fundo definitivo.
A CryptoQuant chegou a uma leitura parecida por outro caminho. O Adaptive Sell-side Risk Ratio caiu para 0,031, no 3º percentil do ciclo de halving atual (halving é o evento que reduz pela metade a emissão de novos bitcoins). Na prática, o indicador ficou mais baixo do que em 97% dos dias desde abril de 2024. Segundo a plataforma, o mercado está em uma fase prolongada de compressão e reprecificação.
O preço também segue sem dar uma resposta conclusiva. O relatório situou o BTC perto de US$ 62 mil (aprox. R$ 359,6 mil), cerca de 50% abaixo do pico de outubro de 2025. Depois disso, a moeda subiu para cerca de US$ 64.587 (aprox. R$ 374,6 mil), com alta de em .




