O Bitcoin continuou preso abaixo de US$ 65 mil (aprox. R$ 377 mil), com pouca variação de preço. Ao mesmo tempo, o movimento da criptomoeda seguiu diferente do visto nas ações e no ouro.
O que aconteceu: dados de PMI nos Estados Unidos reacenderam o debate sobre estagflação (quando a economia perde força enquanto a inflação segue pressionada). Esse pano de fundo macroeconômico coincidiu com a manutenção do BTC em uma faixa estreita de negociação.
Por que importa: quando indicadores dos EUA aumentam a preocupação com inflação e atividade econômica fraca ao mesmo tempo, o mercado costuma rever a leitura sobre risco e proteção. Neste caso, o Bitcoin não acompanhou nem as ações nem o ouro, reforçando a divergência entre esses mercados.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de sinal vindo dos EUA costuma mexer com o apetite global por risco e pode influenciar o preço do BTC em reais, mesmo sem mudança local imediata.




