Bitcoin operou de forma estável, enquanto as ações dos Estados Unidos ganharam fôlego com a melhora no tom do mercado global. O movimento veio após o alívio na queda do setor de semicondutores da Coreia do Sul e a divulgação do índice PCE nos EUA, medida de inflação acompanhada de perto pelo Fed.
O que aconteceu: o dado do PCE ficou em linha com as expectativas na comparação anual. Ao mesmo tempo, a inflação medida pelo indicador registrou a primeira queda mensal em seis anos, o que ajudou a sustentar o movimento de alívio em ativos de risco.
Por que importa: o PCE é um dos indicadores preferidos do Federal Reserve para acompanhar a inflação. Quando o número não surpreende para cima, o mercado tende a recalibrar o temor de juros mais altos por mais tempo, o que costuma influenciar diretamente o apetite por ativos como Bitcoin e ações.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de dado nos EUA costuma mexer com o dólar, o humor das bolsas e o preço do BTC nas corretoras locais.
O cenário, porém, foi de estabilidade no Bitcoin, e não de disparada. O sinal principal do dia foi um respiro do mercado após duas pressões: a aversão a risco ligada ao setor de chips na Coreia do Sul e a expectativa em torno da inflação americana.




