O Bitcoin (BTC) era negociado perto de US$ 62 mil (aprox. R$ 360 mil) nesta segunda-feira (3), com baixa inferior a 1%. O mercado de criptomoedas operava sem direção definida, mesmo após o alívio relativo nas tensões entre Estados Unidos e Irã.

Em números: o Ethereum (ETH) recuava 1,33%, para US$ 1.842,43 (aprox. R$ 10,7 mil), enquanto o BNB avançava 0,45%, a US$ 585,91 (aprox. R$ 3,4 mil). O XRP caía 1,07%, para US$ 1,06 (aprox. R$ 6,15), e a Solana (SOL) perdia 1%, cotada a US$ 72,49 (aprox. R$ 420).

A Hyperliquid (HYPE) acumulava queda de 12,71% em sete dias, apesar de alta de 2,21% nas últimas 24 horas. O token ainda registrava valorização de 107% no ano. Entre os dez maiores ativos, a TRON (TRX) subia 15,25% em 2026, enquanto Ethereum, XRP, Solana e Dogecoin (DOGE) acumulavam perdas superiores a 37%.

O que observar: os investidores aguardam o relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como payroll (levantamento mensal do mercado de trabalho), previsto para sexta-feira (7). Antes disso, os dados do ADP e do Jolts podem alterar as expectativas sobre a economia americana.

O mercado também acompanha o Japão. O avanço do aperto monetário pode pressionar o carry trade (operação que busca financiar-se em uma moeda com juros baixos para investir em outra com juros maiores), afetando a liquidez global e elevando a volatilidade entre diferentes classes de ativos.

Para o investidor brasileiro, as oscilações em dólar se somam à variação do real: o retorno em reais pode diferir do desempenho da criptomoeda no mercado internacional.