O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 63.584,93 (aprox. R$ 368,4 mil) na manhã desta quinta-feira, com variação de -0,09% em 24 horas e queda de 1,31% em sete dias. O mercado de criptomoedas seguia relativamente estável, à espera do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos, um indicador de inflação acompanhado de perto pelo Federal Reserve.

Por que importa: o PPI ajuda o mercado a medir a pressão inflacionária na economia americana. Se os dados vierem mais fortes, podem mexer com a expectativa sobre os juros nos EUA, o que costuma afetar ativos de risco como BTC e outras criptomoedas.

O que aconteceu: além da agenda econômica, investidores acompanhavam declarações divergentes de EUA e Irã sobre o controle do Estreito de Ormuz. Um dia depois de Donald Trump afirmar que os norte-americanos tinham “controle total” sobre o canal, Hossein Taeb, chefe da unidade paramilitar iraniana Basij, disse que a gestão do estreito continua sob domínio iraniano.

No mercado de energia, o petróleo recuava no início da manhã. O Brent caía 1,73%, para US$ 87,44 (aprox. R$ 507,2) por barril, enquanto o WTI cedia 1,80%, a US$ 81,77 (aprox. R$ 474,4).

Em números: entre as maiores criptomoedas, o Ethereum (ETH) era negociado a US$ 1.887,18 (aprox. R$ 10,9 mil), com baixa de 0,90% em 24 horas. BNB subia 2,67% na semana, Solana (SOL) avançava 3,58% em sete dias e Hyperliquid (HYPE) acumulava alta de 126,28% no ano. Já o Dogecoin (DOGE) caía 1,88% no dia.