O Bitcoin (BTC) girava em torno de US$ 64.970,50 (aprox. R$ 357,3 mil) neste sábado, segundo a Coingecko. Nas últimas 24 horas, a variação era de +0,1%; em 7 dias, o avanço chega a 3,1% e, em 1 mês, a 3,6%.
O que aconteceu: o mercado reagiu ao payroll de julho nos Estados Unidos, que mostrou abertura de vagas abaixo do esperado. Além disso, os números anteriores foram revisados para baixo: maio caiu de 129 mil para 63 mil vagas, e junho foi de 57 mil para 20 mil.
Juros nos EUA: antes da divulgação, o mercado via 55% de chance de alta de juros pelo Federal Reserve em setembro, contra 45% de manutenção. Depois do dado, esse quadro virou: a probabilidade de manutenção passou para 57,9%, enquanto a de alta recuou para 42,1%, de acordo com o FedWatch, do CME Group.
Para o leitor brasileiro, juros menos pressionados nos EUA costumam aliviar parte da disputa entre renda fixa americana e ativos mais voláteis, como criptomoedas.
Ao longo da semana, o BTC oscilou entre US$ 63,4 mil (aprox. R$ 348,7 mil) e US$ 65 mil (aprox. R$ 357,5 mil), em meio à leitura de dados econômicos dos EUA e dos resultados de grandes empresas de tecnologia. Nesse período, também pesou a disputa por fluxo entre criptomoedas e ações ligadas à inteligência artificial.
Sentimento do mercado: o índice de medo e ganância do setor marcou 40 pontos, acima dos 32 da semana passada. A escala vai de 0 a 100 e funciona como um termômetro do apetite dos investidores.
Entre as principais criptomoedas, o Ethereum (ETH) era cotado a US$ 1.919,04 (aprox. R$ 10,6 mil) e acumulava alta de 2,8% em 7 dias. O XRP, ligado à rede da Ripple, subia 0,6% em 24 horas, mas ainda mostrava queda de 2,1% na semana. Já BNB avançava 0,8%, e Solana (SOL) subia 2,4% no dia.




