O Bitcoin ultrapassou US$ 72 mil (aprox. R$ 417,6 mil) nesta quinta-feira e atingiu seu maior preço desde junho. A alta estendeu um short squeeze de dois dias, movimento em que operadores apostados na queda são forçados a encerrar posições, acelerando ainda mais a valorização.

O que aconteceu: segundo a publicação, o avanço apagou US$ 3 bilhões (aprox. R$ 17,4 bi) em posições vendidas, no maior volume de liquidações desse tipo já registrado. Ao mesmo tempo, o salto do BTC representou o primeiro teste mais consistente a uma configuração gráfica de baixa que vinha prevalecendo desde novembro.

Por que importa: quando posições vendidas são liquidadas em massa, a compra forçada pode empurrar o preço para cima em pouco tempo. Isso costuma elevar a volatilidade e aumentar o risco para quem entra no mercado no meio do movimento.

Para o investidor brasileiro, a alta do BTC também pesa no preço em real, já que a cotação combina o valor do ativo em dólar com a variação do câmbio.