O BTG Pactual avalia que o Ethereum (ETH) pode estender a recuperação recente. No relatório, o banco aponta uma operação comprada com potencial de alta de 26,3%, saindo de US$ 1.960 (aprox. R$ 11,4 mil) até US$ 2.475 (aprox. R$ 14,4 mil). O stop, usado para limitar perdas, foi definido em US$ 1.662,80 (aprox. R$ 9,6 mil), o que representa queda de 15,16% em relação ao ponto de entrada.
O que aconteceu: Segundo o banco, o ETH encontrou suporte entre US$ 1.500 e US$ 1.550 (aprox. R$ 8,7 mil e R$ 9 mil) e reduziu a pressão vendedora vista desde maio. O relatório diz que o ativo voltou a operar acima das médias móveis de 21 dias, em US$ 1.817,39 (aprox. R$ 10,5 mil), e de 50 dias, em US$ 1.731,03 (aprox. R$ 10 mil), níveis que passaram a funcionar como suportes imediatos.
Em números: O Índice de Força Relativa (IFR), indicador que mede o ritmo das compras e vendas, avançou para 63,95 pontos. Para o BTG, a manutenção acima de US$ 1.817,39 (aprox. R$ 10,5 mil) preserva o viés de recuperação e aumenta a chance de teste da faixa de US$ 2.000 (aprox. R$ 11,6 mil). Se esse nível for rompido, o próximo ponto citado é a média móvel de 200 dias, em US$ 2.172,27 (aprox. R$ 12,6 mil), seguida por resistências em US$ 2.400 e US$ 2.600 (aprox. R$ 13,9 mil e R$ 15,1 mil).
Por que importa: O banco também liga essa visão à melhora do ambiente macroeconômico, com expectativa de juros mais brandos nos Estados Unidos e menor risco de recessão no curto prazo. Outro fator citado é o avanço das discussões sobre o Clarity Act no Senado norte-americano, projeto que busca criar regras mais claras para o setor. Na leitura do , esse cenário pode atrair investidores institucionais e reduzir uma das principais fontes de incerteza do mercado cripto.



