A CFTC pediu a um juiz que rejeite a ação da CME contra a aprovação do contrato perpétuo de Bitcoin da Kalshi. O argumento do regulador é direto: a CME não pode contestar a decisão sem mostrar um prejuízo financeiro concreto.
A disputa gira em torno do aval dado pela CFTC ao contrato perpétuo de Bitcoin da Kalshi. Contrato perpétuo é um derivativo que acompanha o preço de um ativo sem data de vencimento, o que permite manter a posição aberta por tempo indefinido.
Na manifestação apresentada à Justiça, a CFTC sustenta que a CME não comprovou ter sofrido dano econômico real com a aprovação. Sem esse elemento, na visão do órgão, a ação não deveria seguir adiante.
Para o leitor no Brasil, o caso ajuda a mostrar como produtos ligados a BTC seguem sob disputa regulatória e judicial antes mesmo de ganharem escala no mercado.




