O Citi vai lançar um serviço de custódia de criptomoedas, começando pelo Bitcoin. Batizado de Custody+, o produto tem previsão de estreia em 2026.

O banco quer oferecer a estrutura também em modelo white-label (quando uma empresa usa a infraestrutura de outra para vender o serviço com a própria marca). Na prática, clientes do Citi poderão usar essa base para atender os seus próprios clientes.

O que o banco diz: o serviço foi desenhado para operar com processamento de ativos em tempo real, liquidações instantâneas em 62 mercados de custódia e câmbio sob demanda. O Citi também cita caixa e liquidez em tempo real, com transações 24/7 por depósitos tokenizados.

Em números: o Citi afirma que seus trabalhos com IA reduziram em até 70% o tempo de aceleração tributária. A estrutura de inteligência de mercado estará disponível em mais de 100 localidades, segundo o banco.

Para o Brasil, esse tipo de movimento mostra como a custódia de cripto está entrando no radar de instituições grandes. Para quem opera por aqui, isso conversa com temas como regulação, custódia profissional e integração com serviços financeiros tradicionais.