A negociação de contratos perpétuos vinculados a ativos tradicionais e liquidados em stablecoins ultrapassou US$ 1,1 trilhão no primeiro semestre de 2026, segundo a Binance Research.
O relatório diz que esse movimento reforça o espaço crescente das stablecoins na infraestrutura dos mercados financeiros tokenizados. Na prática, trata-se do uso desses ativos digitais, geralmente atrelados a moedas como o dólar, para liquidar operações com contratos perpétuos (derivativos sem data de vencimento).
Nos primeiros cinco meses de 2026, esse segmento já representava cerca de 11% de todo o volume de negociação de contratos perpétuos de criptomoedas, ainda de acordo com a Binance Research.
Para o leitor brasileiro, o avanço das stablecoins ajuda a mostrar como esses ativos vêm ganhando função além da negociação de cripto, embora o uso local ainda dependa de regras, tributação e da atuação de corretoras que operam no Brasil.




