A Copa do Mundo de 2026 já movimentou mais de US$ 20 bilhões (aprox. R$ 116 bi) em mercados preditivos desde janeiro deste ano, segundo um estudo da Chainalysis. O levantamento também aponta US$ 24 milhões (aprox. R$ 139,2 mi) em negociações de NFTs ligados à competição desde maio de 2025.
O que aconteceu: A pesquisa analisa como o torneio impulsionou usos de blockchain em diferentes frentes, de mercados de previsão a colecionáveis digitais usados na compra e revenda de ingressos. Na prática, isso mostra como grandes eventos esportivos vêm ampliando o uso de ativos digitais para além da especulação tradicional.
Por que importa: Para a Chainalysis, o avanço dessas aplicações aumenta a necessidade de ferramentas capazes de rastrear ativos digitais e acompanhar a circulação de recursos em tempo real. O objetivo é identificar fluxos financeiros e possíveis conexões com atividades ilícitas.
Para o leitor brasileiro, o movimento reforça como eventos globais podem acelerar o uso de ativos digitais em áreas como ingressos e colecionáveis, ao mesmo tempo em que ampliam a discussão sobre monitoramento e transparência nesse mercado.
O estudo trata a Copa do Mundo como um exemplo da presença cada vez maior da blockchain em eventos de escala global. Segundo a empresa, conforme essas aplicações evoluem, cresce também a importância de tecnologias voltadas ao rastreamento desses ativos.




