CZ, cofundador da Binance, manifestou apoio a um modelo de “passaporte” para licenças de cripto entre os países da ASEAN, bloco que reúne nações do Sudeste Asiático. Na prática, a proposta permitiria que uma autorização obtida em um país tivesse validade mais ampla na região.
O que aconteceu: a defesa desse modelo foi apresentada como uma forma de simplificar processos de aprovação para empresas do setor. A ideia também mira a redução de custos de conformidade (as exigências regulatórias e operacionais para seguir as regras locais).
Por que importa: segundo a proposta apoiada por CZ, um sistema regional desse tipo pode estimular mais concorrência entre empresas de cripto. Isso tenderia a reduzir barreiras de entrada em mercados da ASEAN e a tornar a operação menos fragmentada entre os países do bloco.
Para o leitor brasileiro, o debate ajuda a mostrar como outras regiões avaliam regras integradas para cripto, tema que também pesa em discussões sobre supervisão, autorização de empresas e competição no mercado.




