Trabalhadores de TI suspeitos de ligação com a Coreia do Norte entraram em uma falsa startup de criptomoedas sem perceber que cada passo deles estava sendo rastreado. O objetivo era extrair inteligência valiosa.

O que aconteceu: a empresa era uma armadilha montada para atrair esses profissionais. Enquanto eles acreditavam estar trabalhando normalmente, suas atividades eram acompanhadas de perto.

Por que importa: casos assim mostram como o setor de cripto também pode ser usado como isca em operações de espionagem e vigilância.

Para quem acompanha o mercado brasileiro, o caso reforça que golpes e estruturas falsas não afetam só investidores: também podem envolver recrutamento, fraude e risco de inteligência em torno de cripto.