Os depósitos em ativos tokenizados triplicaram para US$ 7,4 bilhões (aprox. R$ 42,9 bi), de acordo com a CoinShares. O crescimento veio em um período de retração da DeFi (serviços financeiros em blockchain, sem intermediários tradicionais), com queda de cerca de 70% nos volumes à vista em exchanges descentralizadas.

O que aconteceu: a expansão foi liderada por ativos ligados a ouro, Treasuries e ao S&P 500. Na prática, tokenização é a emissão de versões digitais desses ativos em blockchain, para negociação e liquidação dentro do ecossistema cripto.

Por que importa: o movimento sugere uma migração de interesse dentro do mercado, com mais capital indo para representações tokenizadas de ativos tradicionais enquanto uma parte da atividade em DeFi perde força.

Para o leitor brasileiro, esse tipo de produto aproxima o mercado cripto de ativos já conhecidos do investidor tradicional, mas o acesso e o tratamento regulatório podem variar conforme a plataforma e a estrutura ofertada.