O Detran-DF publicou a Instrução nº 402 de 2026 e criou uma equipe de trabalho para estudar o uso de blockchain em seus serviços. O grupo ficará ligado à Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (DIRTEC) e terá 60 dias para entregar um estudo técnico preliminar.
O que aconteceu: a proposta é preparar a contratação de uma empresa especializada para implantar um laboratório de inovação em blockchain dentro da autarquia. Na prática, esse laboratório deve funcionar como um ambiente de testes para desenvolver, prototipar e validar soluções digitais.
Foco do projeto: o Detran quer usar redes de blockchain permissionada (modelo em que só participantes autorizados acessam e validam dados) para reforçar governança, transparência, rastreabilidade das informações, segurança e automação de processos internos. A equipe responsável por essa etapa é formada por Celso Henrique Sanches Medeiros, Alessandro Alves Rocha e Augusto Henrique Parente Farias.
O órgão já tem contato com a tecnologia desde 2023, com o sistema Primeiro Emplacamento Inteligente (PEI). Segundo descrição citada pelo Observatório Nacional de Blockchain, o processo gera automaticamente a placa e o CRLV-e, permitindo que o comprador saia da loja com o documento digital no aplicativo Detran Digital, sem precisar ir a cartórios ou postos físicos.
Para você, isso sinaliza que órgãos públicos brasileiros continuam testando blockchain para cortar burocracia, aumentar a segurança dos dados e digitalizar atendimentos.




