O DIGY11, ETF (fundo negociado em bolsa) criado pela OranjeBTC (OBTC3), estreou na B3 nesta terça-feira, 15 de setembro. O produto dá acesso a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema Bitcoin.

A estreia teve cerimônia na sede da B3, em São Paulo, com o toque de sino que marca o início das negociações. O fundo tem Itaú BBA como estruturador e distribuidor, gestão da 3R Investimentos, índice de referência da MarketVector, empresa do grupo VanEck, e administração fiduciária do Banco Daycoval.

A carteira inicial do DIGY11 será formada por papéis preferenciais de duas grandes tesourarias corporativas de Bitcoin: Strategy, via STRC, e Strive, via SATA. O STRC terá a maior fatia no início. Esses instrumentos pagam distribuições recorrentes em dólar, que serão convertidas e repassadas mensalmente em reais aos cotistas, descontadas despesas e demais condições do fundo.

Para o investidor no Brasil, a proposta combina exposição a empresas ligadas ao Bitcoin com pagamentos em reais pela B3. Ainda assim, a estimativa de rendimento não é garantia de retorno.

Nas condições atuais de mercado, o fundo estima distribuições anuais equivalentes ao CDI (taxa usada como referência para renda fixa no Brasil) mais cerca de 3% a 5%. A projeção não considera a oscilação do preço das cotas. O ETF seguirá o OranjeBTC MarketVector Bitcoin Treasury Prefered Equity BRL Hedged Index ETF, índice desenvolvido pela OranjeBTC em parceria com a MarketVector.