O discurso de Kevin Warsh, presidente do Fed, em Jackson Hole, domina a agenda desta sexta-feira. A fala está marcada para 11h, no horário de Brasília, e ganhou peso depois de o chefe do banco central dos Estados Unidos descartar o uso de forward guidance (sinalização prévia ao mercado sobre os próximos passos da política monetária).
Antes disso, os mercados já mostravam movimentos mistos. Na Ásia, os principais índices fecharam sem direção única. Na Europa, as bolsas avançavam na abertura, enquanto os futuros de Nova York oscilavam após os ganhos da véspera. O mercado de criptomoedas operava em alta, com BTC subindo 0,60%, a US$ 79.374,83 (aprox. R$ 397 mil), e ETH caindo 0,41%, a US$ 2.490,55 (aprox. R$ 12,5 mil).
No Brasil, o Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,31%, aos 175.135,41 pontos, na sétima sessão consecutiva de ganhos. O dólar à vista terminou o dia a R$ 5,1620, com avanço de 0,20%. Em Nova York, o EWZ, principal ETF de ações brasileiras, subia 0,73%, cotado a US$ 36,02 (aprox. R$ 180).
Para o investidor brasileiro, qualquer mudança na leitura sobre os juros nos EUA costuma mexer com câmbio, bolsa e fluxo para mercados emergentes, incluindo o Brasil.
A agenda doméstica também ficou no radar. Os investidores acompanham a corrida eleitoral, depois da entrevista do presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva ao Jornal Nacional na noite anterior, além da divulgação do IGP-M e do novo Caged, ambos referentes a agosto.
Entre as commodities, o petróleo recuava: o Brent caía 0,41%, a US$ 89,33 por barril (aprox. ), e o cedia , a (aprox. ). Já o ouro tinha baixa de , a por onça-troy (aprox. ).




