O Bitcoin (BTC) testou US$ 80 mil nesta semana e opera perto de US$ 80.700 (aprox. R$ 464,0 mil), após uma alta semanal de cerca de 25%. No mesmo movimento, DOGE, PEPE e PUMP avançaram em dois dígitos, mas com leituras técnicas bem diferentes.
A Dogecoin (DOGE) subiu 34,22% na semana e rompeu uma linha de tendência de queda que vinha desde a máxima de dezembro de 2024, em US$ 0,485. O preço agora gira em torno de US$ 0,0929 (aprox. R$ 535,0) e faz um reteste da linha rompida; um fechamento semanal acima dela reforçaria a perda da tendência de baixa. O próximo nível citado é US$ 0,1476 (aprox. R$ 850,0), resistência de Fibonacci.
O RSI semanal da DOGE está perto de 50. Em termos simples, isso indica que ainda há espaço técnico para o movimento continuar, sem sinal de excesso forte de compra. O volume semanal no rompimento foi o maior desde maio de 2026, o que sugere participação mais ampla do mercado.
A PEPE avançou 59,53% na semana passada, mas ainda negocia dentro da faixa entre US$ 0,00000223 e US$ 0,0000044. Agora está em US$ 0,00000425 (aprox. R$ 0,0245) e testa essa resistência pela segunda vez. O RSI semanal está em torno de 56, com volume maior e compradores presentes, mas sem rompimento confirmado.
A Pump.fun (PUMP) teve a maior alta do grupo, com ganho de 95,84% na semana, e já acumula cerca de 370% desde a mínima de julho em US$ 0,001151. Mesmo assim, o token caiu 6,2% em 24 horas e negocia a US$ 0,005018 (aprox. R$ 0,0289), após rejeição em US$ 0,005066. O RSI semanal chegou a 77 e recuou para perto de 70, nível de sobrecompra.
Para você no Brasil, esse tipo de movimento costuma chegar rápido às corretoras que listam memecoins, mas também traz risco alto de volatilidade extrema, pump-and-dump e perdas bruscas. Em operações com ganho ou prejuízo, o investidor ainda precisa considerar o tratamento tributário e a apuração para o IR.




