Drake apostou US$ 1,5 milhão (aprox. R$ 8,1 milhões) em USDT na vitória da Argentina sobre a Espanha no tempo regulamentar da final da Copa do Mundo. Se o placar vier dentro dos 90 minutos, o retorno informado é de US$ 5,175 milhões (aprox. R$ 28 milhões).

O que aconteceu: a aposta foi feita na plataforma Stake e mostrada pelo cantor no Instagram. A Espanha entra na decisão como favorita, e o pagamento só vale se a Argentina vencer sem prorrogação nem pênaltis.

Por que importa: a escolha reacende a chamada “maldição de Drake”, usada por torcedores quando equipes apoiadas publicamente por ele acabam derrotadas em momentos decisivos. Na última Copa, ele também ficou sem retorno, apesar da vitória argentina na prorrogação.

Drake já tinha ligado seu nome ao mercado cripto de forma mais ampla. Neste ano, ele citou o Bitcoin (BTC) no álbum Iceman e se descreveu como um “grande nome das cripto”, mas a aposta atual foi feita com uma stablecoin (cripto atrelada a um ativo como o dólar), não com um token volátil.

No Brasil, apostas desse tipo chamam atenção, mas não mudam o fato de que cripto e apostas esportivas continuam sujeitas a risco alto, volatilidade e perdas rápidas.

Em números: o mercado da Kalshi mostra 43% para vitória da Espanha, 28% para a Argentina e 32% para empate. O contrato da decisão já movimentou mais de US$ 2,8 milhões (aprox. R$ 15,2 milhões) em volume negociado.

A final começa às 16h em Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O CEO da , , também repercutiu a aposta no , ao lado de uma bandeira argentina e um coração.