Elon Musk disse que pretende doar quase toda a própria fortuna após ser desafiado publicamente por Daron Acemoglu, economista do MIT e vencedor do Prêmio Nobel de Ciências Econômicas de 2024. A cobrança veio depois de Musk afirmar, em entrevista, que robôs e IA (inteligência artificial) podem tornar bens tão abundantes que o dinheiro perderia relevância.
O que aconteceu: Acemoglu publicou no X, em 27 de julho, a proposta para que Musk destinasse sua fortuna, estimada em cerca de US$ 1 trilhão (aprox. R$ 5,5 tri), à caridade até 2036. Segundo o economista, isso mostraria confiança real nas previsões do bilionário sobre IA e ainda ajudaria a reduzir preocupações sobre a influência política de bilionários. Musk respondeu poucas horas depois: disse que realmente pretende fazer algo nessa linha.
Em números: apesar da resposta, a promessa segue sem detalhes. Em 27 de julho, a fortuna de Musk caiu para US$ 695,7 bilhões (aprox. R$ 3,8 tri), segundo a Forbes, depois de as ações da SpaceX recuarem mais 4,8%, para cerca de US$ 109,50 (aprox. R$ 602). O papel acumula queda próxima de 50% desde o pico de 16 de junho. Já o monitor em tempo real da Forbes apontou o patrimônio em US$ 715,6 bilhões (aprox. R$ 3,9 tri) na terça-feira, baixa de 1,32%, o equivalente a US$ 9,5 bilhões (aprox. R$ 52,3 bi) no dia.
Musk disse recentemente que virou um ex-trilionário depois de a desvalorização das ações da SpaceX derrubar seu patrimônio para abaixo de US$ 1 trilhão (aprox. R$ 5,5 tri) no mês passado. Mesmo assim, ele continua muito à frente de outros bilionários listados pela Forbes, como Larry Page, com US$ 268,8 bilhões (aprox. R$ 1,48 tri), Sergey Brin, com US$ 248 bilhões (aprox. ), e , com (aprox. ).




