A Circle confirmou a expansão na Argentina com uma aliança com o Grupo BIND para levar o USDC a instituições elegíveis. O movimento acontece enquanto o peso argentino afunda para mínimas históricas frente ao dólar.

O que aconteceu:

  • Instituições elegíveis terão acesso ao USDC pela BEN, a plataforma de ativos digitais do Grupo BIND.
  • O serviço será operado por um provedor de ativos virtuais registrado.
  • Os usos citados incluem pagamentos, tesouraria e transações com ativos digitais.

Por que importa:

  • O USDC é uma stablecoin (cripto ligada ao dólar) emitida pela Circle e mantida na paridade de 1 para 1 com o dólar americano.
  • Jeremy Allaire, CEO da Circle, se reuniu com representantes do Ministério da Economia e do Banco Central para tratar de regras para bancos e stablecoins.
  • A empresa também quer contratar um diretor sênior em Buenos Aires para tocar a expansão regional.

Para o leitor brasileiro, o caso mostra como stablecoins ganham espaço quando a moeda local perde força e a busca por proteção cambial aumenta.

Na Argentina, USDC e USDT já respondem por 71% de todas as compras de cripto, com o USDT em 57%. O peso argentino caiu mais 1,7% desde a mínima de domingo e acumula queda de 99,8% desde 2009.

A Circle disse que também busca acordos com bancos, fintechs e exchanges, repetindo a estratégia usada no , no e na .