O Ethereum apareceu entre as redes de proof-of-stake (PoS) mais eficientes em energia em um estudo de Cambridge. A pesquisa estima consumo anual de 7,87 GWh e intensidade energética de cerca de 33 kWh para cada US$ 1 milhão (aprox. R$ 5,8 milhões) em valor de mercado.
O que aconteceu: O levantamento do Centro de Finanças Alternativas de Cambridge colocou o Ethereum com a segunda menor intensidade energética entre as blockchains PoS avaliadas. Nesse recorte, a rede ficou atrás apenas da BNB Chain.
Em números: Embora tenha bom desempenho quando o consumo é ajustado ao valor de mercado, o Ethereum ainda usa mais eletricidade no total do que a maior parte das redes PoS estudadas. Entre elas, a Solana foi a que mais consumiu energia, com cerca de 13,48 GWh por ano.
A intensidade energética da Solana foi estimada em 283 kWh por US$ 1 milhão (aprox. R$ 5,8 milhões) de valor de mercado, cerca de 8,5 vezes acima da registrada pelo Ethereum. Somadas, as redes PoS comparadas no estudo consumiram cerca de 38 GWh por ano.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de comparação ajuda a medir o peso energético das redes usadas por investidores e plataformas locais, especialmente num mercado em que Ethereum, Solana e BNB Chain têm presença relevante.



