Um estudo do Banco da Itália concluiu que remessas feitas com stablecoins — criptoativos projetados para acompanhar o valor de uma moeda — não foram sistematicamente mais baratas ou rápidas do que os canais tradicionais.
O que foi analisado: Os pesquisadores testaram 200 remessas em USDC, uma stablecoin vinculada ao dólar americano, em dez corredores de pagamento de ida e volta entre a Itália e Brasil, Argentina, Japão, Emirados Árabes Unidos e África do Sul.
Em números: As taxas de câmbio e os custos para converter moedas representaram a maior parte das despesas. As taxas de transação das blockchains responderam por apenas uma parcela pequena, enquanto as etapas de conversão também contribuíram para atrasos na liquidação.
Para quem envia dinheiro entre Itália e Brasil, a rede usada na transferência pode pesar menos no custo final do que o câmbio e a infraestrutura que conecta o dinheiro tradicional ao sistema de criptoativos.




