Os ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos atravessaram sete dias seguidos de entradas e já reduziram em mais da metade o saldo negativo líquido acumulado em 2026. Com isso, os fundos ficaram a US$ 390 milhões (aprox. R$ 2,3 bi) de distância do total de entradas de outubro de 2025.

O dado mostra uma recuperação recente no apetite por exposição ao BTC via produtos regulados, um caminho que costuma atrair investidores que preferem a custódia (guarda dos ativos) feita por um fundo em vez de lidar diretamente com carteira e chaves privadas.

Para quem acompanha o mercado no Brasil, esse fluxo em ETFs ajuda a medir o humor global com o Bitcoin, ativo que também aparece em corretoras locais e no cálculo de ganho de capital sujeito a imposto de renda.