Os ETFs de Bitcoin (fundos negociados em bolsa) tiveram saques de US$ 450 milhões (aprox. R$ 2,4 bilhões), a maior saída desde junho. O movimento ocorreu enquanto o Bitcoin recuava 2,5%.

Os fundos da Fidelity e da BlackRock puxaram as retiradas. A pressão veio no mesmo período em que o CLARITY Act não conseguiu avançar no Senado.

Para quem acompanha cripto no Brasil, as saídas em ETFs dos EUA ajudam a medir o apetite institucional por BTC, mas não eliminam o risco de volatilidade no preço.