O Ether (ETH) passou da resistência de US$ 1,9 mil (aprox. R$ 11 mil), abrindo espaço para que o mercado teste a região de US$ 2,1 mil (aprox. R$ 12,2 mil). Ainda assim, a alta não está livre de obstáculos: dados onchain, isto é, indicadores extraídos da própria blockchain, seguem apontando pressão no caminho.

O que aconteceu: a quebra desse nível técnico recolocou o ETH no radar dos compradores. A leitura, porém, não é linear. O rali enfrenta ventos contrários na atividade onchain, enquanto o avanço do staking (quando investidores travam moedas na rede para ajudar na operação e receber retorno) reforça a tese de suporte para o preço.

Por que importa: se a demanda por staking continuar subindo, parte da oferta de ETH pode seguir bloqueada, o que tende a reduzir a quantidade disponível para negociação no mercado à vista. Ao mesmo tempo, os resultados do Google aparecem como um possível catalisador para sustentar o movimento e empurrar o ativo até US$ 2,1 mil (aprox. R$ 12,2 mil).

Para o investidor brasileiro, movimentos do ETH costumam ganhar peso extra por causa da oscilação do dólar frente ao real, o que mexe diretamente no valor final negociado em R$.